Choque de Gestão: Aécio Neves transformou MG em estado municipalista

Fonte: Queremos Aécio Neves Presidente


Fortalecer as associações regionais de municípios foi uma das metas do Choque de Gestão de Aécio Neves

Quando Aécio Neves fala do Choque de Gestão implantando em Minas Gerais a partir de 2003, às vezes, as análises sobre este modelo inovador de administração pública não se aprofundam e deixam passar despercebidas as ações diretas que ele trouxe para os municípios mineiros.

Muito em função do Choque de Gestão, Aécio Neves conseguiu fazer com que Minas se transformasse no estado mais municipalista do país, onde todo o planejamento das secretarias, órgãos e empresas estaduais sempre levava em conta a busca por um benefício direto ao cidadão lá na ponta, ou seja, nas cidades.

E o apoio às associações microrregionais de municípios mineiros foi um dos investimentos possíveis em função da recuperação da capacidade de investimento do Governo de Minas, fruto dos primeiros ajustes propostos e executados dentro da lógica do Choque de Gestão.

O apoio ao associativismo foi uma marca dos dois mandatos de Aécio Neves como governador de Minas Gerais (2003-2006 e 2007-2010). Naquele período, ele determinou o repasse do Tesouro Estadual para que a grande maioria das 36 associações microrregionais de municípios pudesse construir ou reformar suas sedes.

Em 2011, já cumprindo seu primeiro mandato como senador por Minas Gerais, Aécio Neves voltou a defender os municípios. Naquele ano, ele apresentou emenda de R$ 4 milhões ao Orçamento Geral da União, através do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, para permitir a criação de uma rede de videoconferência e inclusão digital ligando as associações microrregionais do estado.

O projeto tinha o apoio do Governo de Minas, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, do Tribunal de Contas e da Associação Mineira de Municípios.Essa preocupação em fortalecer institucionalmente as associações de municípios é uma bandeira muito cara ao senador. Não fosse ela, o municipalismo não estaria tão presente nas motivações que fizeram surgir o Choque de Gestão de Aécio Neves.

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